Os espaços estão cada vez mais estreitos
e as passagens de luz se perdem a cada vôo
a liberdade...
ser quem somos pelo brilho de um olhar
é olhar para sí mesmo no espelho...
e não ver segredos.
é como esperar que os pássaros no horizonte do mar voltem para pusar em seu braço...
é a brisa que toca o rosto...
no fim do dia...
no nascer da vida...
é sempre assim solitário nosso meio tempo...
e não é dessa vez que esperaremos o dia acabar...
pois a verdadeira noite nos faz prisioneiros.
eu buscaria os pedaços destes cristais em qualquer lugar...
para montar o espelho mais perfeito...
e mostrar pra cada um de nós o que realmente importa...
o que realmente toca nesta canção...
e o que exibimos em nossos sonhos...
um segundo que seja...
a Verdade é que nós somos livre todo tempo...
mas nossas almas não enxergam isto...
e nada que voe para o horizonte volta para nós...
nem mesmo a brisa..
ou o simples tocar de uma nota...
da musica dos ventos...
toquem minha alma...
e me façam sorrir almenos uma vez...
por simplesmente existir...
somente por existir.
O Porto e o Pôr do Sol
terça-feira, 3 de novembro de 2009Postado por Renato Martins às 15:00 0 comentários Links para esta postagem
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